O Estado da Indústria de Eventos e Turismo no Brasil 2017
26Jan

O Estado da Indústria de Eventos e Turismo no Brasil 2017

O Portal Eventos ouviu 26 profissionais com larga experiência na indústria de eventos e turismo para saber o que aconteceu em 2016 e sua percepção do que vai acontecer nos próximos anos.

A “valorização do ser humano em toda extensão de seu significado” (Elsa Tsumori) é uma das premissas nos próximos anos e por isso “temos dedicado bastante tempo em estudar os consumidores, esse estudo é fundamental” (Gaetano Lops). “Os eventos cada vez mais deixam de ser pensados e terem foco em quem está pagando e voltam-se completamente para a experiência que o participante terá no evento” (Luigi Rotunno).

Pensar “o evento como ferramenta no contexto de pensamento digital” (Marcio Carvalho). “O DigitalLive, por exemplo, traz informações especificas de cada indivíduo e assim entrega experiências completamente personalizadas” (Fernando Guntovitch). O que permitirá também “entender a razão exata que leva cada participante a um evento e fazer com que todas suas expectativas sejam atingidas” (Rodrigo Cordeiro). Big Data, Realidade Virtual e a Internet das Coisas são outras ferramentas que já estão impactando os eventos. E “o celular hoje é uma extensão de nosso corpo. Ele é orgânico” (Mauricio Magalhães).

Tudo isso, no contexto do “fazer mais, com menos” (Elza Tsumori) uma vez que “a crise econômica e política é real e o desafio está em ter resiliência perante os desafios decorrentes, buscando inovação e soluções que atendam às demandas” (Toni Sando). Nesse contexto se faz necessário mais do que nunca “evoluir o modelo de relacionamento entre clientes, agências e fornecedores para algo mais sustentável e maduro. Os princípios de valor da Ampro precisam ser absorvidos pela cadeia e aplicados” (Wilson Ferreira Jr.), num ambiente de “falta de mão de obra qualificada e aposentadoria de grandes profissionais” (Júlio Urban).

Os grandes desafios para o Brasil nos próximos anos serão os mesmos de hoje: “capacitação, inovação e valorização” (Celio Ashcar Junior). “Nosso desafio é sermos um destino competitivo em custos, segurança, gestão, eficiência profissional, enfim continuamente desafiar-nos para ser um destino relevante”. (Chieko Aoki).

Para alcançar estes objetivos “falta planejamento e organização” (Roland Bonadona), afinal “vejo muito claro em nossa indústria a falta de entrosamento dentro do próprio setor, refiro-me a falta de lideranças nacionais, que na realidade deveriam ser fruto de lideranças regionais com potencial de entendimento nacional” (Sergio Pasqualin). Uma das principais preocupações dos pesquisados, “a união do setor é muito diferente no discurso e na prática” (Mauricio Cavichion), resultando que “muitos de nossos problemas não são devidamente trabalhados pelos poderes públicos, impactando negativamente nossa atividade” (Luigi Rotunno), o que piora devido ao “desconhecimento de nossa importância, devido a falta de estatísticas confiáveis para demonstrá-la” (Julio Urban).

“A meu ver o maior problema da indústria é a incapacidade da cadeia produtiva entender seu potencial e a força que possuiria se estivesse em rede” (Anita Pires). Problema que poderia ser sanado via “unificação do imenso volume de entidades atuando de maneira sobreposta e as vezes descoordenada” (Eduardo Sanovicz). “Falta integração. Sem inteligência nas operações é impossível alcançar resultados tangíveis. Quem sai perdendo é a indústria de eventos” (Fernando Guntovitch).

A pesquisa constatou que 2016 não foi um bom ano para a maioria dos entrevistados, tendo “atingido o fundo do poço e daqui para frente todos irão reagir” (Varínia de Moraes). “Definitivamente entramos num novo ciclo que abrangerá não só o setor de Eventos e Turismo. Sabe-se que a economia ainda levará um tempo para se restabelecer, assim este é o momento para rever modelos de negócios e focar em resultados que incrementem a economia de toda cadeia produtiva” (Toni Sando). Nesses momentos “a criatividade aflora, subprodutos aparecem, novos sistemas, há uma reinvenção geral” (Natasha de Castro Caiado). Mas a crença num 2017 mais benfazejo é mais generalizada. O momento “é de crescimento, por qualquer ângulo que se avalie, a indústria de eventos continuará a crescer” (Rodrigo Cordeiro). “Saímos da ressaca de grandes eventos, com um legado positivo na compreensão dessas linguagens, mas que, de fato, não se materializou. Acredito que as perspectivas estarão junto com o compasso da economia e, especialmente, de clientes e destinos que entendam essa indústria como geradora de resultados exponenciais, nos seus objetivos e propostas de negócios” (Maurício Magalhães).

“Nosso mercado atua muito bem em crises, pois temos a capacidade de influenciar o shopper de forma única, criativa e é isso que devemos perseguir. Sem eventos, promoções ou ativações os clientes não vendem. Eles precisam de nossa expertise para ajuda-los a esvaziar seus estoques” (Gaetano Lops).

Ouvindo uma parcela representativa do universo dos profissionais que fazem de Eventos & Turismo profissão de fé, o Portal Eventos busca observar o passado recente e suas lições e olhar para o futuro, com a esperança de dias melhores.

Integra da pesquisa O Estado da Indústria de Eventos e Turismo 2017 pode ser lida no Portal Eventos 

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